Alex's not-so-secret World

crimexturtle:

Spending my night ruining the free world

Should I die you wold not even notice it. But fuck it.

Not today.

Anyway…

Reblog if your Tumblr picture is actually you.

phiife:

this is necessary to know these days.

Reblog if you want (1) creepy compliment.
Por favor. Me diga algo interessante

Por favor, me diga algo interessante. Não que eu seja moralista, só que as palavras lascivas de sempre já não fazem mais tanto efeito em mim como fariam na época em que ainda era mais alto e incontrolável o fogo da minha adolescência.

Ah, não, não se engane! Não é o erotismo sofisticado que me fascina, tampouco o tradicional e bem-comportado amor romântico. Tudo isso é apenas mais tédio na minha vida. Tédio… tão tedioso quanto as putarias e baixarias que você me fala e me promete.

Sensualidade ou pornografia; poesia ou palavrões. Sexo bidimensional. Um obsessivo, outro superficial – não necessariamente nesta respectividade.

Eu quero que você fale sem me dar sono. E não apenas por me deixar de pau duro. Eu quero que você me deixe acordado até as três, quatro horas da manhã e que me faça sentir um aperto no peito por constatar que está tarde demais e que temos que desligar o telefone ou o computador.

Oh! Sim, é disso que eu sinto falta. Guarde os seus fetiches, não que eu não os queira. Eu quero mais os seus beijos que qualquer outra coisa, e dez vezes mais o que você tem a me dizer. Quero uma serenata de inteligência, uma declaração de interesses.

Eu sinto falta da telepatia; de ler no seu sorriso um livro inteiro, de ver em seu franzir de cenho um discurso completo.

Eu sinto falta de entender. E de ser entendido. Verdadeiramente entendido, não especulado. Sinto falta daquele toque elétrico, do olhar que afunda nas profundezas da minha mente, que expões meus pensamentos de maneira instintiva.

Eu quero um envolvimento sem medos. Um abraço apertado de puro desejo. Sim, eu quero o seu tesão, mas quero mais o seu desejo. Quero você sem medo de ter, sem medo de perder, sem medo de viver.

Quero audácia, fogo, intensidade. Mas daqueles que duram, não apenas aquele fogo de palha, aquele sonho ligeiro, o calor de uma noite de verão.

Acima de tudo, sinto falta da sua coragem. Sinto falta da sua autenticidade. Da sua falta de vergonha, não em dizer baixarias, mas em ser esquisito. Eu quero você com defeito, temperamental, complicado, chato. Quero a sua coragem de ser você mesmo, tal como eu tento ser eu mesmo.

Eu quero te ver, e quero que você me veja. Quero te tocar e quero que você me toque. Quero você deixando o meu mundo mais interessante e não como mais um paliativo sexual.

Quero ser viciado na sua voz e no seu toque e quero que você o seja por mim.

Derrube as suas barreiras. Esqueça o resto. Chega de fantasias! Chega de fantasmas!

Eu estou aqui. Eu quero estar aqui.

Quero você.

Mas só se você me quiser.

E se você tiver coragem de querer.

Por favor. Me diga algo interessante.

Getting even more drunk.

Because loneliness.

I promisse I’ll stop when I pass out.

I miss being a telepath

Tip of the day

If you are drunk, stay away from your phone.

Cheers!

quoterepublic:

MORE QUOTES HERE

#me

depredando:

Domingo de Páscoa em Toronto e milhares de maconheiros se reuniram no epicentro da metrópolis canadense, na rua Yonge com a Dundas, em prol da legalização. Na foto, a nuvem de fumaça não é sinal de poluição, mas sim o efeito de uns 1.000 baseados acesos simultaneamente (às 4:20, é claro!). O Canadá já regulamentou tanto a cannabis medicinal quanto o plantio industrial de cânhamo - e a intensa pressão das ruas talvez faça com que se torne em breve o segundo país no mundo - após o Uruguai - a legalizar a marijuana completamente. Será que agora vai? 

Veja mais fotos

Saiba mais sobre o atual estado das coisas cannábicas no Canadá

Compartilhe no Facebook

Meus grupos, meus amigos

Nos últimos meses eu saí de quase todos os grupos de internet aos quais eu pertencia, inclusive o meu grupo favorito.
Hoje eu não exatamente me arrependo desta decisão. Não me arrependo… mas, sim, eu sinto falta deles às vezes. Mas não falta do que eles eram à época que eu tomei a decisão de abandoná-los, mas sim falta do que eu achei que eles fossem antes disso. Eu sinto falta de uma espécie de auto-ilusão minha, de um falso sentimento de pertencimento e de cumplicidade e fraternidade. Coisas que eu sentia quando estava lá naqueles grupos e quando interagia com eles. Mas meus castelos de areia foram levados pela maré. Acredito que isso seja um risco que você assume quando se envolve de peito aberto com um grupo tão heterogêneo de pessoas. Sempre fui eu buscando a mim mesmo, buscando preencher meus vazios, buscando suporte para a minha solidão e para as minhas inseguranças. De certa forma, essas pessoas que, à primeira vista, parecem ter me decepcionado e me causado grande sofrimento, podem ter me ajudado na verdade. Me ajudaram com as porradas emocionais que me deram, me fazendo, assim, amadurecer. Pois eu aprendi que amadurecer significa contar consigo mesmo apenas, jamais com os outros, mesmo que você os considere amigos. Os amigos, em grande parte, estão aí pra se divertir, não para te dar suporte nas suas merdas. Encha o saco deles por muito tempo e tudo que você conseguirá será o ostracismo. E foi exatamente isso que me aconteceu. Eu acreditei estar em solo seguro, acreditei ter um grupo no qual me apoiar, e tudo que eu consegui foi a salutar negligência, a frieza e as costas viradas para mim. No final das contas eu tive que superar tudo por mim mesmo, sem uma palavra de consolo, uma gota de preocupação, uma pergunta de “tudo bem com você, sentimos a sua falta”. Porque não é assim que o mundo funciona hoje em dia. O mundo é assim: rápido. Faça-se notar, de forma surpreendente, divertida, inteligente, jamais melancólica, e lá estarão os amigos, de sobra, para você. Queira contar com a ajuda, a cumplicidade, a confiança e a benevolência alheia e você terminará sozinho. E se você precisar de um momento de introspecção ou de reajuste da vida, apenas fique quieto e lide com isso por si mesmo. Nunca perturbe os outros, nunca diga nada, ou isso vai prejudicá-lo enormemente. Apenas tente ser breve nesta introspecção, caso contrário esquecerão de você, e lá estará você de novo, sozinho, tendo que recomeçar tudo do zero.
E foi isso que aconteceu recentemente. Uma importante experiência, quase como um social experiment. E, apesar de eu me sentir solitário, sentindo falta de compartilhar com um grupo o que eu estou vendo, pensando, com o que eu estou me divertindo e o que anda me angustiando, eu não me arrependo de ter aberto mão destes espaços. Mesmo que por um tempo apenas. No final das contas, ninguém sentiu a minha falta mesmo. Ninguém. Só eu que senti a falta. O que significa que o meu processo de aprendizado ainda não está concluído. Sim, ainda tenho um longo caminho pela frente. Preciso aprender a abrir mão das pessoas e a esquecê-las, com a mesma facilidade com que as pessoas abrem mão de mim.

AHHHH NON ONO NO NO NO

not a depressive type drunkness, please! i’d rather have a funny one

Current Status: Liking douche people for free